26/05/2017    brusque - santa catarina

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TRÂNSITO E MOBILIDADE

Frota de Veículos no Município de Brusque em 2014

Frota de Veículos no Município de Brusque  em  2014 

As informações contidas aqui, foram retiradas do site do DETRAN - SC 

TRÂNSITO E MOBILIDADE

Número de Veículos em Brusque - SC - OUTUBRO/2014

Proporção de veículos por habitantes em Brusque – SC.

Com uma população de 119.719 habitantes (Estimativa IBGE – 2014 – 1º Semestre) e com 92.356 veículos (DETRAN – outubro de 2014), Brusque tem uma proporção de 7 veículos para cada 10 habitantes ou, 77 veículos para cada 100 habitantes.

Proporção de veículos por habitantes em Santa Catarina

Santa Catarina, com uma população de 6.727148 habitantes (Estimativa IBGE – 2014 – 1º Semestre) e com 4.361.939 veículos (DETRAN – outubro de 2014), tem uma proporção de 6,5 veículos para cada 10 habitantes ou, 65 veículos para cada 100 habitantes.

Fonte: Setor de Estatística da Prefeitura de Brusque, IBGE e DETRAN.  

Números que assustam

O número de carros no mundo aumenta em um ritmo duas vezes maior que o da população. A previsão é de que existirão pelo menos 2 bilhões de carros em todo o mundo até o ano 2030. Atualmente, o número é de aproximadamente 1 bilhão.

Mais da metade do petróleo produzido no mundo todo é consumida por carros!


Menor e maior produção diárias

A Ferrari produz 14 carros por dia, no máximo. Já a Toyota produz diariamente 13 mil unidades, sendo a marca mais adquirida do planeta.

O mais caro

7,8 milhões de dólares é o preço do carro mais caro de todos os tempos, um Bugatti Royale Kellner Coupe de 1931.

O Mais barato

O carro da marca russa Lada foi considerado por muito tempo o carro mais barato do mundo. Atualmente o carro mais barato é o indiano Tata Nano.

O menor carro do mundo

O menor carro do mundo com licença para rodar, segundo o Guinness Book, é o inglês Wind UP. Ele possui dimensões de 104 centímetros de altura, 129 centímetros de comprimento, 66 centímetros de largura e pode chegar a 60 km/h.

O Mais rápido

O Bugatti Veyron 16.4 Super Sport é o carro mais rápido do mundo entre os superesportivos comerciais, chegando à casa dos 431,07 km/h. Além de veloz, é de encher os olhos com sua beleza.

Fonte:< http://www.ponteirasrodrigues.com.br/noticia/10-curiosidades-sobre-carros-2/> . Acesso em 04 out. 2014. 


TRABALHO E EMPREGO

Valor do Salário Mínimo Nacional – 1995 a 2015 - em Reais e em Dólares Americanos

Valor do Salário Mínimo Nacional – 1995 a 2015 - em Reais e em Dólares Americanos

O salário mínimo surgiu no Brasil em meados da década de 30. A Lei nº 185 de janeiro de 1936 e o Decreto-Lei nº 399 de abril de 1938 regulamentaram a instituição do salário mínimo, e o Decreto-Lei nº 2162 de 1º de maio de 1940 fixou os valores do salário mínimo, que passaram a vigorar a partir do mesmo ano. O país foi dividido em 22 regiões (os 20 estados existente na época, mais o território do Acre e o Distrito Federal) e todas as regiões que correspondiam a estados foram divididas ainda em sub-região, num total de 50 sub-regiões. Para cada sub-região fixou-se um valor para o salário mínimo, num total de 14 valores distintos para todo o Brasil. A relação entre o maior e o menor valor em 1940 era de 2,67.

Esta primeira tabela do salário mínimo tinha um prazo de vigência de três anos, e em julho de 1943 foi dado um primeiro reajuste seguido de um outro, em dezembro do mesmo ano. Estes aumentos, além de recompor o poder de compra do salário mínimo, reduziram a razão entre o maior e o menor valor para 2,24, já que foram diferenciados, com maiores índices para os menores valores. Após esses aumentos, o salário mínimo passou mais de oito anos sem ser reajustado, sofrendo uma queda real da ordem de 65%, considerando-se a inflação medida pelo IPC da FIPE.

Em dezembro de 1951, o Presidente Getúlio Vargas assinou um Decreto-Lei reajustando os valores do salário mínimo, dando início a um período em que reajustes mais frequentes garantiram a manutenção, e até alguma elevação, do poder de compra do salário mínimo. Da data deste reajuste até outubro de 1961, quando ocorreu o primeiro reajuste do Governo de João Goulart, houve um total de seis reajustes. Neste período, além de os reajustes terem ocorrido em intervalos cada vez menores (o último, de apenas 12 meses), ampliou-se bastante o número de valores distintos para o salário mínimo entre as diversas regiões. Deve-se ressaltar que nos dois primeiros reajustes deste período o aumento do maior salário mínimo foi muito superior ao do menor, com a razão entre eles atingindo 4,33 em julho de 1954, seu maior valor histórico.

A partir de 1962, com a aceleração da inflação, o salário mínimo voltou a perder seu poder de compra, apesar dos outros dois reajustes durante o Governo de Goulart. Após o golpe militar, modificou-se a política de reajustes do salário mínimo, abandonando-se a prática de recompor o valor real do salário no último reajuste. Passou-se a adotar uma política que visava manter o salário médio, e aumentos reais só deveriam ocorrer quando houvesse ganho de produtividade. Os reajustes eram calculados levando-se em consideração a inflação esperada, o que levou a uma forte queda salarial decorrente da subestimação da inflação por parte do governo.

Em 1968, passou-se a incluir uma correção referente à diferença entre as inflações esperadas e realizadas, sem, no entanto, qualquer correção referente às perdas entre 1965 e 1968. Neste período, que durou até 1974, houve ainda uma forte redução no número de níveis distintos de salário mínimo, que passou de 38 em 1963 para apenas cinco em 1974. Também se reduziu a relação entre o maior e o menor salário mínimo, que atingiu a valor de 1,41 no final do período.

De 1975 a 1982, os reajustes do salário mínimo elevaram gradualmente seu poder de compra, com um ganho real da ordem de 30%. Em 1979, os reajustes passaram a ser semestrais, e em valores que correspondiam a 110% da variação do INPC. Além disso, manteve-se a política de estreitamento entre os distintos valores, que em 1982 já eram somente três, e com a razão entre o maior e o menor salário no valor de 1,16.

A partir de 1983, as diversas políticas salariais associadas aos planos econômicos de estabilização e, principalmente, o crescimento da inflação levou a significativas perdas no poder de compra do salário mínimo. Entre 1982 e 1990, o valor real do salário mínimo caiu 24%. Deve-se destacar ainda que em maio de 1984 ocorreu a unificação do salário mínimo no país.

A partir de 1990, apesar da permanência de altos índices de inflação, as políticas salariais foram capazes de garantir o poder de compra do salário mínimo, que apresentou um crescimento real de 10,6% entre 1990 e 1994, em relação à inflação medida pelo INPC.

Com a estabilização após o Plano Real, o salário mínimo teve ganhos reais ainda maiores, totalizando 28,3% entre 1994 e 1999. Neste mesmo período, considerando-se a relação do valor do salário mínimo e da cesta básica calculado pelo DIEESE na cidade de São Paulo, o crescimento foi de 56%.

Há duas conclusões importantes a destacar a partir dos dados que mostra a evolução histórica do salário mínimo desde 1940. Em primeiro lugar, ao contrário de manifestações muito corriqueiras de que o poder de compra do salário mínimo seria hoje muito menor que na sua origem, os dados mostram que não houve perda significativa.

Em segundo, foi com a estabilização dos preços a partir de 1994 que se consolidou a mais significativa recuperação do poder de compra do mínimo desde a década de 50. Em 2008 o Presidente Lula resolveu "arredondar" o valor do salário mínimo que seria pouco mais de R$ 413,00 para R$ 415,00, com vigência a partir de 01 de março. Em 2009 o reajuste deu-se desde 01 de fevereiro (R$ 465,00) e, em 2010, a partir de 01 de janeiro (R$ 510,00). Nos anos vindouros o reajuste praticar-se-á sempre no dia 01 de janeiro com pagamento, já com o reajuste incorporado, até o 5º dia útil do mês de fevereiro.


TRÂNSITO E MOBILIDADE

Número de Veículos em Brusque - SC - SETEMBRO/2014

Número de Veículos em Brusque - SC - SETEMBRO/2014

TIPO

Jan

Fev.

Mar

Abr.

Mai

Jun.

Jul.

Ago.

Set

6-AUTOMÓVEL

51102

51269

51418

51615

51820

51911

52022

52216

52433

14-CAMINHÃO

2456

2461

2457

2469

2477

2492

2498

2495

2506

17-CAMINHÃO TRATOR

506

512

508

507

530

536

543

546

546

23-CAMINHONETE

5141

5185

5224

5244

5262

5301

5319

5372

5424

13-CAMIONETA

4946

4960

4986

5007

5039

5064

5088

5110

5139

2-CICLOMOTOR

258

258

258

258

258

258

258

258

258

99-EXPERIÊNCIA

1

1

1

1

1

1

1

1

1

7-MICROÔNIBUS

163

164

165

164

164

166

168

168

169

4-MOTOCICLETA

16161

16210

16262

16329

16367

16398

16328

16341

16382

3-MOTONETA

6792

6799

6821

6847

6860

6862

6861

6882

6900

26-MOTOR-CASA

21

21

21

22

22

21

21

23

23

8-ÔNIBUS

173

172

169

170

171

168

168

169

170

10-REBOQUE

665

676

683

697

701

701

715

723

731

11-SEMIRREBOQUE

609

607

614

608

624

651

664

669

670

24-SIDE-CAR

1

1

1

1

1

1

1

1

1

18-TRATOR DE RODAS

39

39

39

39

38

38

38

38

38

19-TRATOR ESTEIRAS

1

1

1

1

1

1

1

1

1

20-TRATOR MISTO

5

5

5

5

5

5

5

5

5

5-TRICICLO

9

9

9

9

9

9

9

9

9

25-UTILITÁRIO

790

792

796

806

825

834

836

847

857

TOTAL

89839

90142

90438

90799

91175

91418

91544

91874

92263


TRÂNSITO E MOBILIDADE

Desafio Modal

TRÂNSITO Desafio Modal apresenta comparativo entre meios de transporte 23/09/2014 08:55h



Você sabe qual o meio de transporte mais rápido para se locomover nas principais vias de Brusque? A resposta para essa pergunta foi um dos dados apresentados na noite dessa segunda-feira (22) no Passeio Ciclístico promovido em comemoração ao Dia Mundial sem Carro. O evento reuniu centenas de pessoas na Praça Sesquicentenário para um momento divertido e de conscientização sobre as formas alternativas de locomoção, visando também a preservação do meio ambiente.

O comparativo entre as modalidades foi batizado de “Desafio Modal”. O evento foi realizado em agosto, quando voluntários foram de carro, bicicleta, moto, ônibus e a pé do Terminal Urbano à cinco localidades do município – Guarani, Primeiro de Maio, São Pedro, Azambuja e Santa Terezinha – percorrendo trechos de 4,5 km. A atividade foi realizada com saídas entre 18h05 e 18h25.

O secretário de Trânsito e Mobilidade, Paulo Sestrem, destacou que o objetivo foi fazer com que as pessoas repensem os seus meios de locomoção, alertando para questões como saúde, meio ambiente e mobilidade. “Notou-se que em todas os eixos as diferenças de tempos foram mínimas, situação que no dia a dia parece ser muito maior, em qualquer dos modais”, avaliou Sestrem.

O Desafio Modal foi realizado em parceria com a Fundação Municipal do Meio Ambiente e o Fórum da Bicicleta